Casalamento


O abraço já não era presente, só presença

Posto que os lençóis já não estavam mais revirados
E os corpos eram frios;
E as mentes insalubres.

O gozo morno de um sexo frouxo.

O que antes era nó, hoje corda corroída
Culpa do tempo, talvez
Certamente, não só dele.

Foi-se o que havia
E coisas como essas vão
Sem direito a retorno.
Moíra Avelino

Arte: Casal      
por Rogério Fernandes                                                                                                                          

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